LIS em nuvem para grupos de laboratório

O laboratório não digita o que a máquina já sabe.

O zetheraLab lê os aparelhos sozinho — da recepção ao portal do paciente, numa trilha só, em todas as unidades do grupo.

HL7 / MLLPASTMMicroScan LabProMindray BS-200EZybio Z6Beckman MicroScanStat Profile PrimeVigilância de pastaTISS 4.03SIGTAPTUSSEPL2 · etiqueta térmicaRDC 978/2025LGPDSHA-256

Por que é diferente

Você não precisa trocar tudo para começar.

Trocar um LIS inteiro costuma significar meses de projeto e a operação em risco. O zetheraLab entra pelo que dói primeiro — aparelho que não conversa e resultado redigitado — e convive com o que você já usa.

Troca tradicional

  • Todos os módulos de uma vez
  • Integrar cada analisador custa semanas
  • Histórico do paciente fica para trás
  • Laboratório parado para virar a chave

Com o zetheraLab

  • Começa pelos aparelhos e pela visão da operação
  • Agente com dois comandos por unidade
  • Histórico lido e migrado junto
  • Módulos ligados quando fizer sentido
7critérios conferidos antes de qualquer liberação automática
19tipos de evento registrados na vida de cada amostra
4protocolos de equipamento, do HL7 à pasta de arquivos
SHA-256em cada laudo, com verificação pública de autenticidade

Como funciona

A amostra, do balcão ao laudo.

Sete em cada dez erros de laboratório nascem antes do aparelho. Por isso o sistema começa na recepção — e acompanha cada tubo até o portal do paciente.

  1. 01

    Recepção

    Paciente, exames, etiquetas — três passos. Busca por nome ou CPF enquanto digita; a foto do RG ou da CNH preenche o cadastro; o mesmo CPF nunca abre dois prontuários.

  2. 02

    Coleta e etiqueta

    Cada exame já diz tubo, cor da tampa, volume, ordem e jejum. Uma etiqueta com código de barras por tubo, direto na impressora térmica.

  3. 03

    Triagem

    Aceite ou rejeição com motivo codificado. Sem código não dá para medir onde o processo erra — então rejeitar sem motivo não passa.

  4. 04

    Análise

    O resultado sai do aparelho e entra no sistema sozinho. Microscopia tem digitação própria, com atalho para o laudo normal.

  5. 05

    Liberação

    Passou nos sete critérios, libera sem toque. O resto vai para a conferência com motivo. Crítico só sai com o registro de que o médico foi avisado.

  6. 06

    Laudo e portal

    Laudo congelado, versionado e carimbado com SHA-256. O paciente abre no portal; qualquer pessoa confere a autenticidade.

Plataforma

Tudo o que o laboratório faz, num sistema só.

Do balcão à etiqueta, sem cadastro duplicado.

  • Recepção guiada em 3 passos, com busca ao vivo por nome ou CPF
  • Leitura do documento por foto preenche o cadastro
  • Guia de coleta por exame e etiqueta por tubo (EPL2)
  • Orçamento, caixa por operador e fechamento de caixa
  • Campos obrigatórios por convênio — a senha de autorização não fica para trás

A bancada só olha o que precisa de gente.

  • Aparelhos ligados por HL7, ASTM, MicroScan e pasta
  • Autoverificação em 7 critérios, com delta-check e CQ
  • Conferência com veredito e motivo
  • Microbiologia: cultura e antibiograma, resistência sinalizada
  • Controle interno da qualidade (Westgard)

Laudo que não muda depois de liberado.

  • Fotografia imutável e versionada, com hash SHA-256
  • Verificação pública de autenticidade
  • Máscara por exame editada pela equipe, sem chamado
  • Cabeçalho por unidade e exames na ordem clínica
  • Portal do paciente, do médico e da empresa

O dinheiro e o estoque no mesmo sistema da bancada.

  • SIGTAP e TUSS por exame, tabela e cobertura por convênio
  • Pré-auditoria de código repetido e senha antes de fechar
  • Lote TISS 4.03 validado contra o esquema oficial
  • Insumos com baixa automática, mínimo e validade
  • Produção por exame, setor, unidade e médico; TAT por etapa

Autoverificação

Libera sozinho só o que passou nos sete critérios.

O biomédico para de olhar resultado normal e passa a olhar o que precisa de gente. Na dúvida, o motor segura: foi feito para reter demais, nunca para liberar de menos.

A máquina propõe. A regra decide. O biomédico responde.Cada sugestão fica registrada: o que foi proposto, a regra aplicada e o que a pessoa decidiu.
Motor de liberação
  1. 1
    Valor não críticovem antes de todos
  2. 2
    Dentro da referênciaa faixa da máscara do exame
  3. 3
    Sem alarme do aparelhoflag do equipamento segura
  4. 4
    Sem interferênciahemólise, lipemia, icterícia
  5. 5
    CQ do dia aprovadocontrole reprovado, nada autolibera
  6. 6
    Delta-checkcomparado ao último resultado
  7. 7
    Regra ativasem regra, retém — nunca libera

Glicose 92 · liberado sem toque humano

Interfaceamento

Cada aparelho conectado. Nenhum resultado redigitado.

Um agente leve roda no computador de cada unidade, ao lado dos aparelhos. Se a internet cai, ele guarda e reenvia. E se atualiza sozinho: corrigir um driver não depende de alguém acessar a máquina do laboratório.

  • HL7 / MLLPHematologia e bioquímica
  • ASTMO padrão clássico, por TCP
  • MicroScan LabProCultura e antibiograma
  • Pasta de arquivosO aparelho que só grava arquivo
Matriz
Unidade 2
Unidade 3
Unidade 4
zetheraLab

Configurado por máquina, não por modelo

O mesmo analisador usa canais diferentes em cada unidade. O de-para pertence à máquina — o resultado nunca cai no exame errado só porque o modelo é igual.

Só exame entra como exame

Aparelho também manda configuração, modo de teste e código de tubo. Isso é separado na entrada e não suja laudo nem relatório. A mensagem original fica guardada.

Caso real · Citologus

Um grupo de laboratórios em SP e MG, com os aparelhos falando direto com o laudo.

Unidades em Pindamonhangaba, Nova Serrana, Sales Oliveira e Cachoeira Paulista, cada uma com o seu computador e os seus analisadores — hematologia, bioquímica, microbiologia e gasometria entrando sozinhos no sistema.

Quero isso no meu laboratório
4
unidades com aparelhos conectados
6 mi
exames do sistema anterior sincronizados para a migração
297 mil
cadastros de paciente trazidos do histórico
4.351
culturas com antibiograma importadas e conferidas

Laudo e portal

Um laudo que não muda depois de liberado — e que qualquer um confere.

Congelado e verificável

Fotografia imutável e versionada, com impressão digital SHA-256. Correção gera versão nova; a anterior não some.

Do jeito do laboratório

Método, referência e nota técnica de cada exame editados pela equipe, sem chamado. Cabeçalho por unidade.

Portal do paciente

Uma conta para a vida inteira de exames. A senha é do paciente e fica só como hash: nem o laboratório lê.

Implantação

Do primeiro aparelho ao laboratório inteiro.

  1. 1

    Mapa dos aparelhos

    Levantamos cada equipamento, unidade e canal. O de-para é por máquina, não por modelo.

  2. 2

    Agente em cada unidade

    Dois comandos no computador ao lado dos aparelhos. Ele se atualiza sozinho dali em diante.

  3. 3

    Histórico trazido junto

    O sistema anterior é lido e migrado. O paciente não perde os exames de antes da troca.

  4. 4

    Equipe no ar

    Recepção, bancada e faturamento treinados no fluxo real, com os dados do próprio laboratório.

Multi-unidade

A matriz enxerga o grupo; a filial trabalha no que é dela.

Isolado no banco

Um laboratório não lê o dado de outro. A regra está no banco, não na tela.

RDC 978/2025

Cada passo da amostra com hora e responsável, em todas as fases.

Migração é produto

O histórico do sistema anterior vem junto, sem projeto à parte.

Perguntas

O que os laboratórios perguntam antes de começar.

Ficou alguma? Fale direto com a gente pelo WhatsApp +55 11 97886-9828.

Preciso trocar o meu sistema atual de uma vez?

Não. O zetheraLab pode entrar pelo interfaceamento e pela visão da operação, convivendo com o sistema que você usa hoje. Os demais módulos vão sendo ligados quando fizer sentido — sem parar o laboratório.

Quais aparelhos ele conecta?

Os que falam HL7/MLLP, ASTM ou MicroScan LabPro, e também os que só gravam arquivo em pasta. Hoje rodam em produção Mindray BS-200E, Zybio Z6, Beckman MicroScan e o gasômetro Stat Profile Prime. Aparelho novo ganha driver a partir do que ele já transmite.

E se a internet da unidade cair?

O agente guarda os resultados e reenvia quando a conexão volta. Nada se perde no caminho, e a mensagem original de cada aparelho fica guardada para auditoria.

Como fica a segurança dos dados?

Cada laboratório é isolado no próprio banco de dados, não por filtro de tela. Acesso por perfil e por área, trilha de quem fez o quê, senha do paciente guardada só como hash e laudo com impressão digital SHA-256.

Atende várias unidades?

Foi feito para isso. Cada unidade tem o seu computador com os seus aparelhos; a matriz enxerga o grupo e a filial trabalha no que é dela.

E o faturamento de convênio?

Códigos SIGTAP e TUSS, tabela e cobertura por convênio, pré-auditoria antes de fechar e lote TISS 4.03 validado contra o esquema oficial, com protocolo e nota por lote.

Veja os seus aparelhos falando com o laudo.

Uma conversa com o mapa dos seus equipamentos na mesa — e o que dá para ligar primeiro.